
Foto: Camille Blake
PUFF
Neste trabalho, vemos uma encenação contemporânea que incorpora diversos elementos das danças urbanas e populares brasileiras. A movimentação transita entre leveza e força, brincadeira e tensão, intercalando sensações internas do corpo do dançarino com movimentos de extrema virtuosidade.
Puff marca a continuidade da longa colaboração entre Alice Ripoll e Hiltinho Fantástico, que trabalham juntos há sete anos nas companhias de dança SUAVE e REC. Ambos os coletivos desenvolvem uma linguagem híbrida que funde a dança contemporânea com formas urbanas brasileiras. Os dois artistas colaboraram em obras aclamadas como Cria, Lavagem, aCORdo e Zona Franca, que circularam por importantes festivais e teatros ao redor do mundo.
Nas palavras da aclamada fotógrafa japonesa Lieko Shiga:
Neste trabalho, vemos uma encenação contemporânea que incorpora diversos elementos das danças urbanas e populares brasileiras. A movimentação transita entre leveza e força, brincadeira e tensão, intercalando sensações internas do corpo do dançarino com movimentos de extrema virtuosidade.
Puff marca a continuidade da longa colaboração entre Alice Ripoll e Hiltinho Fantástico, que trabalham juntos há sete anos nas companhias de dança SUAVE e REC. Ambos os coletivos desenvolvem uma linguagem híbrida que funde a dança contemporânea com formas urbanas brasileiras. Os dois artistas colaboraram em obras aclamadas como Cria, Lavagem, aCORdo e Zona Franca, que circularam por importantes festivais e teatros ao redor do mundo.
Nas palavras da aclamada fotógrafa japonesa Lieko Shiga:
“Desde o momento em que o dançarino surgiu de repente diante do público e começou a dançar como se estivesse bêbado, a atmosfera e o espaço-tempo tornaram-se instantaneamente seus. Seus pés mal tocavam o chão, e ele parecia estar sempre flutuando no ar. Era como se seu corpo tivesse sido tomado por alguém (um espírito? um demônio?), e ele não conseguia parar de dançar. O tempo — passado, presente e futuro — não existe em seu corpo, e ele não consegue parar de pular, intoxicado pelo mundo dos espíritos. Depois disso, a dança se transforma em algo muito elegante, que parece uma mistura de diversas culturas sul-americanas. Era uma dança que parecia expressar a fragilidade do espírito humano, a raiva, a tristeza, a alegria, a alegria da sexualidade que transcende os gêneros masculino e feminino, animais, pássaros, peixes, fantasmas… todas essas coisas pareciam atravessar o seu corpo. Para mim, como espectadora, as pós-imagens de cada momento da dança permaneceram em meus olhos, e as camadas dessas pós-imagens se sobrepuseram para criar uma paisagem que eu nunca havia visto antes.”
Direção
Alice Ripoll
Criação e Performance
Hiltinho Fantástico
Assistência de direção
Alan Ferreira / Thais Peixoto
Iluminação
Tomas Ribas
Figurino
Alice Ripoll / Thais Peixoto
Produção
Joana D’Aguiar
Assistência de Produção
Thais Peixoto / Isabela Peixoto
Trilha sonora
Alice Ripoll e Mimosa
Alice Ripoll
Criação e Performance
Hiltinho Fantástico
Assistência de direção
Alan Ferreira / Thais Peixoto
Iluminação
Tomas Ribas
Figurino
Alice Ripoll / Thais Peixoto
Produção
Joana D’Aguiar
Assistência de Produção
Thais Peixoto / Isabela Peixoto
Trilha sonora
Alice Ripoll e Mimosa
Difusão Internacional
ART HAPPENS
Coprodução
Rotterdam Theater
Apoio
Festival Actoral e Câmbio
Duração
35 min
Classificação etária
Livre
Foto:
Andy Catlin
PUFF
Teaser
Agenda 2026
Puff
20.02.2026
Paris (fr)
| Festival Everybody / Le Carreau du Temple |
Puff
21.02.2026
Paris (fr)
| Festival Everybody / Le Carreau du Temple |
Fotos artísticas
Fotos de cena
Informações técnicas
Imprensa