
Foto: Yuri Ramundo
A cada grande mudança de paradigma — como a chegada da inteligência artificial — a sociedade sente suas estruturas tremerem e percebe a necessidade de se reorganizar. O que nos tornaremos? O que ainda somos? A cada grande descoberta, perguntamo-nos: estamos avançando ou retrocedendo?
Em ADORNO, o público é levado por um grupo que avança e recua em ondas, como os próprios movimentos da história. Como conceber um coletivo humano que, para se definir como tal, pressuporia algum grau de homogeneidade, quando entre 8 bilhões de indivíduos não há dois iguais? A menor diferença parece se impor como um prisma que se multiplica infinitamente para produzir singularidade. Singularidades que colidem como ondas umas contra as outras em busca de semelhanças.
Em ADORNO, o público é levado por um grupo que avança e recua em ondas, como os próprios movimentos da história. Como conceber um coletivo humano que, para se definir como tal, pressuporia algum grau de homogeneidade, quando entre 8 bilhões de indivíduos não há dois iguais? A menor diferença parece se impor como um prisma que se multiplica infinitamente para produzir singularidade. Singularidades que colidem como ondas umas contra as outras em busca de semelhanças.
Aqui, ADORNO evoca as escolhas triviais que cada um de nós faz — nossos pequenos ornamentos, caprichos, indulgências — ainda que, no Carnaval do Rio, o adorno possa assumir dimensões grandiosas dentro de uma composição coletiva.
As cenas se desdobram em uma atmosfera onírica, em um constante zoom in/zoom out, confrontando aquilo que percebemos como mais singular — nossa memória,
nosso corpo, nossos afetos (nossas marés internas) — com um ideal de sociedade possível, ou mesmo com a cegueira da multidão.
Quem participa do desenrolar da história? Quem é o sujeito da história? E da própria vida?
As cenas se desdobram em uma atmosfera onírica, em um constante zoom in/zoom out, confrontando aquilo que percebemos como mais singular — nossa memória,
nosso corpo, nossos afetos (nossas marés internas) — com um ideal de sociedade possível, ou mesmo com a cegueira da multidão.
Quem participa do desenrolar da história? Quem é o sujeito da história? E da própria vida?
Direção
Alice Ripoll
Interpretação
Alan Ferreira, Hiltinho Fantástico, Katiany Correa, Romulo Galvão,
Tamires Costa, Tuany Nascimento
Assistência de direção
Thais Peixoto
Produção
Joana D’Aguiar
Desenho de Luz
Tomas Ribas
Cenografia
Aurora dos Campos
Assistente de Produção e Figurino
Isabela Peixoto
Figurino
Cia REC
Trilha sonora
Alice Ripoll
Alice Ripoll
Interpretação
Alan Ferreira, Hiltinho Fantástico, Katiany Correa, Romulo Galvão,
Tamires Costa, Tuany Nascimento
Assistência de direção
Thais Peixoto
Produção
Joana D’Aguiar
Desenho de Luz
Tomas Ribas
Cenografia
Aurora dos Campos
Assistente de Produção e Figurino
Isabela Peixoto
Figurino
Cia REC
Trilha sonora
Alice Ripoll
Difusão Internacional
ART HAPPENS
Coprodução
Festival Dias da Dança, Theater Rotterdam, PACT Zollverein, Charleroi Danse
ADORNO
Teaser
Agenda 2026
(Estreia) ADORNO
18.04.2026
Porto (pt)
Teatro Municipal do Porto
(Estreia) ADORNO
19.04.2026
Porto (pt)
Teatro Municipal do Porto
ADORNO
24.04.2026
Rotterdam (nl)
Theater Rotterdam
ADORNO
25.04.2026
Rotterdam (nl)
Theater Rotterdam
ADORNO
29.04.2026
Essen (de)
PACT Zollverein
ADORNO
30.04.2026
Essen (de)
PACT Zollverein
Teaser
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Rotterdam (nl)
Theater Rotterdam
ADORNO
25.04.2026
Rotterdam (nl)
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ADORNO
29.04.2026
Essen (de)
PACT Zollverein
ADORNO
30.04.2026
Essen (de)
PACT Zollverein
Imprensa